Reprovei Java até que um professor explicou com analogias de futebol. Percebi que o problema nem sempre é o aluno — muitas vezes é a forma como o conhecimento chega.
Sou Breno Ribeiro — fundador da desenrolAI e criador da Insight Engines, a fábrica de produtos que usa inteligência artificial e dados para resolver problemas reais em futebol, educação e varejo.
anos em TI
verticais de produto
Residência Dados & IA
tese que conecta tudo
"Dados brutos não valem nada sem a ponte que os transforma em decisão. Essa ponte é o produto."Breno Ribeiro · Fundador, desenrolAI
Mais de 14 anos em tecnologia construindo uma forma própria de pensar produto: começar no problema real, ler os sinais invisíveis e desenhar soluções que façam sentido para quem vive aquele contexto.
Hoje atuo em Product Operations, conectando novos negócios, operações e produto. Antes disso, mais de cinco anos na Neurotech com políticas de crédito e produtos financeiros de alto impacto.
Formação em Sistemas de Informação, pós em Gestão Ágil, residência em Análise de Dados e Inteligência Artificial pela CESAR School e certificação PSM I da Scrum.org.
Entendendo sistemas por dentro, resolvendo problemas reais e automatizando o que gerava fricção.
Na Neurotech, conectei regras, dados e estratégia em produtos financeiros complexos.
Ponte entre áreas para transformar dores do mercado em soluções de alto impacto.
Uma empresa de IA aplicada e uma fábrica de produtos. A mesma tese em múltiplos domínios.
A desenrolAI é a empresa master — o envelope estratégico que une visão de negócio, IA e domínio de dados. Dentro dela opera a Insight Engines, a fábrica de produtos que transforma dores reais em sistemas digitais.
Três verticais, uma lógica: revelar a inteligência que já existe nos dados de cada domínio.
A desenrolAI nasce de uma crença simples: dados brutos e tecnologia avançada continuam inúteis se não houver uma ponte para o humano que precisa agir.
Futebol amador vira plataforma. Dados de caixa viram estratégia de varejo. Sentimentos de equipe viram insumo de liderança. Interesse do aluno vira explicação que funciona.
Tudo começa em uma dor vivida, observada, sentida na pele. Sem atalhos.
Os sinais já existem. Falta quem os capture, organize e dê contexto.
A inteligência artificial amplifica, traduz e torna o invisível legível.
Decisão mais clara. Ação mais precisa. Vida um pouco melhor.
Meu portfólio faz mais sentido quando se entende de onde cada produto veio. Eles não foram inventados para parecer bons — foram construídos porque algo doía, faltava ou podia ser muito melhor.
Reprovei Java até que um professor explicou com analogias de futebol. Percebi que o problema nem sempre é o aluno — muitas vezes é a forma como o conhecimento chega.
Eu vivo o futebol amador na pele. O produto surgiu para resolver um problema prático, mas revelou algo maior: um ecossistema sem camada de dados e identidade digital.
Senti falta de uma liderança que enxergasse os sinais antes de virarem problema. Isso me fez pensar em como traduzir sentimentos em insumos acionáveis de gestão.
Um amigo com sorveteria me contou que nunca tinha olhado os dados do próprio negócio. Vi ali um padrão enorme: pequenos negócios já têm os dados, mas não conseguem lê-los.
Não é uma startup decorativa. É a assinatura estratégica de um jeito de construir — que começa em dor real, passa por dados, ganha forma com IA e termina em valor humano, de negócio e de produto.
Como referência em produto, IA e dados no Brasil. Alguém que pensa produto com profundidade e estrutura, que consegue enxergar o invisível, traduzir complexidade e usar inteligência artificial para aproximar pessoas de melhores decisões.
Aberto a parcerias, projetos e conversas sobre produto, dados e inteligência artificial aplicada.